O som direto, aquele que é capturado no momento da gravação das cenas, é feito para ter as falas dos atores da melhor forma possível. Mas para isso ser feito é preciso ter alguns cuidados. Cortar certas freqüências, escolher o melhor microfone e posicioná-lo de maneira correta na hora da gravação. Falando assim, até parece fácil. Mas o buraco é mais em baixo.
Muitas vezes durante a gravação, dependendo da locação, algum ruído compromete o som do filme e a prioridade no momento é a cena registrada e não o som. Por isso, para ter um som melhor, qualquer fala que faltar, pode ser feita novamente dentro de um estúdio. Tudo para obter o melhor resultado.
Às vezes acontece uma verdadeira guerra entre diretor e técnico de som. Um defende a naturalidade e o outro a qualidade. “Existe um tabu no Brasil de que dublagem é ruim porque perde a naturalidade, mas é só fazer direito. Tudo depende do ator e da direção” diz Bruno Hack, que trabalhou durante a gravação das cenas como microfonista do filme Estômago que estreou no Brasil em abril de 2008. Tudo tem que ser pensado para que no final se tenha um som limpo e bem feito.
“Estômago foi um divisor de águas para o cinema paranaense, pois tinha bastante recurso quando se fala de cinema paranaense”, lembra Bruno. Na relação sinal / ruído, muitas vezes quem ganha é o ruído. Por isso, o melhor a se fazer é tentar obter um resultado melhor no estúdio.
Muitas vezes durante a gravação, dependendo da locação, algum ruído compromete o som do filme e a prioridade no momento é a cena registrada e não o som. Por isso, para ter um som melhor, qualquer fala que faltar, pode ser feita novamente dentro de um estúdio. Tudo para obter o melhor resultado.
Às vezes acontece uma verdadeira guerra entre diretor e técnico de som. Um defende a naturalidade e o outro a qualidade. “Existe um tabu no Brasil de que dublagem é ruim porque perde a naturalidade, mas é só fazer direito. Tudo depende do ator e da direção” diz Bruno Hack, que trabalhou durante a gravação das cenas como microfonista do filme Estômago que estreou no Brasil em abril de 2008. Tudo tem que ser pensado para que no final se tenha um som limpo e bem feito.
“Estômago foi um divisor de águas para o cinema paranaense, pois tinha bastante recurso quando se fala de cinema paranaense”, lembra Bruno. Na relação sinal / ruído, muitas vezes quem ganha é o ruído. Por isso, o melhor a se fazer é tentar obter um resultado melhor no estúdio.

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