Para fazer cinema é necessário ter uma grande facilidade para trabalhar em grupo. Você, diretor aprendiz deve se colocar como abelha rainha e coordenar o trabalho das operárias para que a colméia fique em pé.
O cinema é um meio de comunicação coletivo, e não individualista. De acordo com Rabiger (2007), a produção cinematográfica é um local de encontro, de colaboração e de compromisso entre roteiristas, dramaturgos, atores, diretores de arte, editores e técnicos de todos os tipos, exibidores, executivos, financiadores e distribuidores. O árduo trabalho destes profissionais torna a produção viável.
Não fomos nós que inventamos isso! Trate de arranjar a sua equipe e ouça a voz de um especialista. Ingmar Bergman considera o cinema um esforço coletivo, no qual a criatividade compartilhada produz algo maior do que a simples soma de suas partes.
No início da carreira é muito comum você assumir funções que nada tem a ver com a direção. Talita Fioravante, acadêmica do 6º período de comunicação da PUCPR e futura cineasta, que o diga! Na produção do curta metragem “As últimas coisas”, que será lançado no final deste mês, além de diretora geral, ela fez um pouco de tudo: cuidou do figurino, foi editora, tesoureira, um pouco marketeira, produtora entre outras atividades. “Por mais que haja um planejamento determinando do que cada um vai fazer no filme é impossível seguir à risca, pois imprevistos acontecem”, diz.
Ao se tornar um profissional do cinema, o trabalho em equipe se torna mais sério. O diretor ganha uma maior autonomia e pode se dedicar exclusivamente à direção. Na produção do filme ‘Estômago’, o diretor Marcos Jorge percebeu a importância de trabalhar em grupo e expressou uma visão do set de filmagem que chega a ser romântica. Marcos julga o set como uma concentração de vida, uma espécie de universo concentrado, no qual todos os problemas e alegrias do mundo se evidenciam. Para ele todas as tensões das relações entre as pessoas se configuram em um processo humano muito rico.
O cinema é um meio de comunicação coletivo, e não individualista. De acordo com Rabiger (2007), a produção cinematográfica é um local de encontro, de colaboração e de compromisso entre roteiristas, dramaturgos, atores, diretores de arte, editores e técnicos de todos os tipos, exibidores, executivos, financiadores e distribuidores. O árduo trabalho destes profissionais torna a produção viável.
Não fomos nós que inventamos isso! Trate de arranjar a sua equipe e ouça a voz de um especialista. Ingmar Bergman considera o cinema um esforço coletivo, no qual a criatividade compartilhada produz algo maior do que a simples soma de suas partes.
No início da carreira é muito comum você assumir funções que nada tem a ver com a direção. Talita Fioravante, acadêmica do 6º período de comunicação da PUCPR e futura cineasta, que o diga! Na produção do curta metragem “As últimas coisas”, que será lançado no final deste mês, além de diretora geral, ela fez um pouco de tudo: cuidou do figurino, foi editora, tesoureira, um pouco marketeira, produtora entre outras atividades. “Por mais que haja um planejamento determinando do que cada um vai fazer no filme é impossível seguir à risca, pois imprevistos acontecem”, diz.
Ao se tornar um profissional do cinema, o trabalho em equipe se torna mais sério. O diretor ganha uma maior autonomia e pode se dedicar exclusivamente à direção. Na produção do filme ‘Estômago’, o diretor Marcos Jorge percebeu a importância de trabalhar em grupo e expressou uma visão do set de filmagem que chega a ser romântica. Marcos julga o set como uma concentração de vida, uma espécie de universo concentrado, no qual todos os problemas e alegrias do mundo se evidenciam. Para ele todas as tensões das relações entre as pessoas se configuram em um processo humano muito rico.

2 comentários:
Futura cineasta? AHAHAHAHHAHa
Só você mesmo hein, Ju!
Ju,
Bem legal o andamento do trabalho!
Só não vá se empolgar demais e postar o trabalho todo no blog, tá? rs
Bjinhos.
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