O cinema chegou rápido no Brasil e, em menos de dois anos após a primeira sessão do cinematógrafo Lumière, em Paris, em 1895, o Paraná já podia prestigiar esse movimento. Isso graças a um cinematógrafo trazido à capital paranaense por uma companhia de variedades itinerantes.
Mas foi só lá por 1907 que o cinema local começou a despertar. Até meados da década de 30, as produções paranaenses se limitaram a filmes documentais realizados por três diretores: Annibal Requião, Arthur Rogge e João Baptista Groff. O cinema era mudo e ainda muito amador. Poucos sabiam distingüir os filmes quanto à qualidade.
De lá pra cá, muita coisa mudou. A utilização do som obrigou os cinemas a investirem em tecnologia, muitos cinegrafistas buscaram profissionalização na Europa ou nos Estados Unidos e os roteiros passaram a ser mais elaborados. Com o advento do digital, as produções também tornaram-se mais baratas, impulsionando o crescimento da indústria de cinema.
O Paraná, que até os anos 30 contava com três cineastas, hoje perde as contas de quantos talentos tem. Alguns dos principais realizadores até então são Paulo Munhoz, Fernando Severo, Marcos Jorge, e Beto Carminatti.

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